Nossa História

Saiba como iniciamos esse projeto.

 

A Casa de Cultura

A Baixada de Jacarepaguá detém um dos maiores acervos arquitetônicos de patrimônio histórico do período colonial do Brasil e uma das maiores florestas de vegetação natural em área urbana do mundo. Nela, estão sediados dois Quilombos reconhecidos pela Fundação Palmares, guardiões de um dos maiores patrimônios imateriais do Brasil, a cultura negra.

A região e toda a Zona Oeste eram tão distantes e alheias ao ritmo da cidade do Rio de Janeiro que foram apelidadas de “Sertão Carioca”. Seus moradores eram chamados de sertanejos, referência tanto à distância quanto ao desenvolvimento da região, àquela época, essencialmente rural. Hoje em dia, ainda são preservados diversos traços desse passado, com áreas de agricultura urbana, equipamentos culturais e comunidades quilombolas que salvaguardam e preservam as tradições e a memória do bairro.

A Baixada de Jacarepaguá detém um dos maiores acervos arquitetônicos de patrimônio histórico do período colonial do Brasil e uma das maiores florestas de vegetação natural em área urbana do mundo. Nela, estão sediados dois Quilombos reconhecidos pela Fundação Palmares, guardiões de um dos maiores patrimônios imateriais do Brasil, a cultura negra.


A região e toda a Zona Oeste eram tão distantes e alheias ao ritmo da cidade do Rio de Janeiro que foram apelidadas de “Sertão Carioca”. Seus moradores eram chamados de sertanejos, referência tanto à distância quanto ao desenvolvimento da região, àquela época, essencialmente rural. Hoje em dia, ainda são preservados diversos traços desse passado, com áreas de agricultura urbana, equipamentos culturais e comunidades quilombolas que salvaguardam e preservam as tradições e a memória do bairro.

Além disso, Jacarepaguá detém um rico portfólio de artesão e artistas que encorpam uma lista inigualável de ativos culturais.  

Para tentar reunir num só lugar a história e nossos patrimônios, nasce a Casa de Cultura de JPA. Ela surge da crença de seus fundadores, Alexandra Gonzalez e Dirceu Rabello, de que é necessário fazer algo para preservar a memória do nosso lugar, fomentando a a transformação da Baixada de Jacarepaguá num ponto de referência para o turismo, cultura e arte no Rio de Janeiro.

A Casa conta com várias atividades e espaços de convivência, incluindo uma diversa mostra de artesanato com obras de artesãos da região, do Brasil e do mundo, e uma exposição permanente sobre a memória do bairro, que inclui um vídeo.

 

Também possui um charmoso café, espaço onde grande parte dos eventos da Casa são realizados. Lá você pode aproveitar de lanches deliciosos, curtir shows e se divertir com sua família e amigos, pertinho de casa ♥

 

Como tudo começou?

A Casa de Cultura de JPA nasceu em 2016. Alexandra Gonzalez, diretora da Casa de Cultura de JPA, era também proprietária de um escritório de contabilidade especializado em negócios culturais. Em uma ação de responsabilidade social de sua empresa, decidiu devolver para a cultura o que havia recebido, e assim decidiu criar uma iniciativa social chamada JPA, Eu te Amo. Seu objetivo principal era o desenvolvimento socioeconômico de Jacarepaguá, para a melhoria de qualidade de vida da nossa comunidade.

A Casa de Cultura de JPA nasceu em 2016. Alexandra Gonzalez, diretora da Casa de Cultura de JPA, era também proprietária de um escritório de contabilidade especializado em negócios culturais. Em uma ação de responsabilidade social de sua empresa, decidiu devolver para a cultura o que havia recebido, e assim decidiu criar uma iniciativa social chamada JPA, Eu te Amo. Seu objetivo principal era o desenvolvimento socioeconômico de Jacarepaguá, para a melhoria de qualidade de vida da nossa comunidade.